Maio 24, 2008 – 11:59 am
Caros colegas
Estive em Macacos, num restaurante chamado Jerimum, e após vi em seu site que eles estavam promovendo uma homenagem à memória de Beth Clark. Entrei em contato com o promotor do evento, conforme parte final da página e recebi resposta deste. Estou lhes encaminhando esta mensagem pois sei que foram amigos de Beth e isso pode lhes interessar.
Um abraço a todos
Abel
Abel,
fico feliz que a Beth também tenha feito parte de sua vida, pois Beth é parte do Jerimum também. Volta e meia ela aparece por meio “da sincronicidade”
nas lembranças de alguêm aqui.
Veja o mail do aniversário de morte dela que enviei
e um texto lindo que o marido dela escreveu sobre a própria.
Um abraço,
rommel

“Fique atento ao diabo louro que mora na soleira da sua moleira”
Beth Clark
Salve o casal Beth Clark!
Entre 1998 e 2002 Beth Clark, e seu grande companheiro Geraldo Magnani,
vieram ao Jerimum praticamente todos os sábados, e quase todos os domingos.
Chegavam sempre por volta das 5 horas da tarde do sábado “invadindo”
o Jerimum com uma energia inconfundível…
Na verdade, por onde passavam,
fosse a bordo do seu calhambeque a caminho do Jerimum
ou fosse na piscina do Makenzie desfilando com seus panos coloridos,
o casal, bem ao estilo de Frida Kahlo e Diego Rivera, chamava atenção.
Ao longo desses anos, a dupla fez uma legião de fãs e
sua energia positiva de cores fortes e perfume de amoras
é sempre sentida aqui no Jerimum.
Dia 15 de abril farão 6 anos do falecimento da Beth
e, em homenagem e ela e ao Magnani, faremos
neste sábado, dia 12, um chá gratuito
no tradicional horário Beth Clark (às 17:00).
(favor ligar para confirmar presença - 3547 73 65)
Dois pés de murta perfumavam o jardim de nossa casa. A murta é uma árvore de pequeno porte, de folhas verde-escuras. Floresce muitas vezes no ano. Suas flores alvas se exibem em pequenos buquês esplendidamente delicados e olentes, sobretudo à noite. Até mesmo suas folhas exalam perfume. Sua floração é rápida. Em dois ou três dias milhares de pétalas alvas e perfumadas tapeteiam inimitavelmente o corredor que conecta o portão de entrada com o fundo do lote. Sempre considerei este tapete muito simbólico. Quando Beth saía pelo quintal, necessariamente passava sob os pés de murta. Caminhava como uma princesa sobre aqueles tapetes mágicos que a natureza lhe preparava. Gosto ainda da floração da murta. Nos deliciosos tempos de Beth entre nós, gostava muito de anunciar a ela, pela manhã, logo que despertava: -Princesa, querida, as murtas aproveitaram o silêncio da noite para estenderem tapetes para sua passagem! E era exatamente o que eu sentia. Amava ver sua figura linda e luminosa desfilando sobre aquele encantador piso cujo aroma, espalhando-se por toda casa, alcançava a rua e inebriava os passantes.
(”Tapete Perfumado” escrito pelo amigo Geraldo Magnani para sua esposa Beth Clark)
Olá Rommel
Já nos conhecemos pessoalmente pois estive há três semanas atrás, num sábado à tarde em que eu, Adriana e você batemos um papo lá pras 5 da tarde. Me chamou atenção sobre uma homenagem que você faz à memória de Beth Clark (isto é, se referimos a mesma pessoa - filha de Lygia Clark). Gostaria de maiores informações sobre o motivo da homenagem pois trabalho na Clinica Social de Psicoterapia, cuja fundadora foi a Beth Clark e lá ela fez muitos amigos.
Um abraço
Postado em Psicoterapia | No Comments »